Anvisa aprova Coronavac e Oxford. Vacinação já começou em SP.




A agência frisou que não há dados para avaliar se a Coronavac gera imunidade em longo prazo; mas decidiu que os benefícios das vacinas superam os riscos.

Cinco diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) votaram, neste domingo (17), por conceder a autorização de uso emergencial para duas vacinas contra o Sars-CoV-2: a Coronavac, produzida pela empresa chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e a vacina britânica desenvolvida pela AstraZeneca com a Universidade de Oxford, que será fabricada no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

decisão foi tomada em reunião transmitida ao vivo nas redes sociais da Anvisa e em diversos veículos de imprensa. Os cinco membros da Diretoria Colegiada analisaram os dados de relatórios produzidos pela equipe técnica da Anvisa sobre os dois imunizantes. O pedidos para uso emergencial das duas vacinas foram apresentados no dia 8 de janeiro, e a agência tinha um prazo de dez dias para dar a resposta final a ambos.

Ocorreu uma votação porque o pedido é de uso emergencial, e não definitivo. Em condições normais – leia-se: quando não há uma pandemia ocorrendo –, a área técnica tem autonomia para decidir sozinha se um medicamento ou vacina serão aprovados. Na transmissão de hoje, os especialistas apresentaram dados e argumentos recomendando a aprovação dos dois imunizantes – e os diretores, então, optaram por aprová-los.

O governador de São Paulo, João Dória, acompanhou a reunião no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, na capital paulista. Dória iniciou a vacinação no Estado imediatamente após a aprovação da Anvisa. A primeira vacinada foi Mônica Calazans, uma enfermeira de 54 anos com comorbidades que trabalha na UTI do Instituto de Infectologia Emílio Ribas.




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