Athletico devolve placar, bate Grêmio nos pênaltis e vai à final da Copa do Brasil




O Athletico Paranaense é finalista da Copa do Brasil. Nesta quarta-feira, o Furacão derrotou o Grêmio por 2 a 0 no tempo regulamentar e por 5 a 4 nos pênaltis, na Arena da Baixada, em Curitiba, e assegurou presença na decisão de 2019.
No tempo normal, os gols foram de Nikão e do argentino Marco Ruben. Nas penalidades, o Athletico foi perfeito, converteu suas cinco cobranças e contou com uma defesa do goleiro Santos, na última batida gremista, de Pepê, para ir à finalíssima.
Além da oportunidade de escrever o nome na história, o torneio proporciona uma premiação milionária. Ademais aos R$ 12 milhões já recebidos até a semifinal, o vencedor embolsa outros R$ 52 milhões. O vice leva mais R$ 21 milhões.
O Grêmio, por sua vez, cai na primeira competição de mata-mata no ano. Campeão estadual, o time de Renato Gaúcho direciona suas atenções para a Copa Libertadores, onde enfrenta o Flamengo na semifinal, além do Campeonato Brasileiro, competição em ocupa apenas a 11ª colocação, com 22 pontos.
O jogo 
Em um começo de partida frenético e brigado, o Athletico-PR se safou de um pênalti. Após cobrança de escanteio, Pedro Geromel cabeceou e a bola foi em direção ao braço de Wellington, que aparentava estar com um olho fechado no momento do toque. Avisado pelo VAR, o árbitro de campo utilizou o recurso de vídeo, mas optou por não assinalar a infração.
Sem se abater com o susto, o Furacão manteve o ritmo alucinante e abriu o placar aos 16 minutos. Com o lateral-direito Leonardo fora por lesão, Rony caiu pelo setor defensivo do Grêmio e cruzou para trás. Bruno Guimarães carimbou no travessão e Nikão, no rebote, mandou para as redes, transformando a Arena da Baixada em um caldeirão.
Aproveitando a empolgação de sua torcida e um Grêmio abalado, os paranaenses encurralaram o adversário na defesa e seguiram pressionando por toda a primeira etapa. Apesar da superioridade, o time da casa não voltou a construir chances claras de gol para aumentar a vantagem.
Furacão amplia
O cenário não poderia ser melhor para o Furacão no início da etapa complementar. Logo aos três minutos, Rony, sempre ele, foi acionado pela esquerda e cruzou para a área, onde Marco Ruben se antecipou a Pedro Geromel e cabeceou com estilo para marcar mais um em favor dos mandantes.
Com o 2 a 0 contra e a partida indo para os pênaltis, o Grêmio adiantou a linha de marcação, foi para o ataque e acabou contragolpeado. Depois de Matheus Henrique perder a bola, Léo Cittadini arrancou e foi brecado com violência por Kannemann. Sem precisar nem consultar o VAR, o árbitro expulsou direto o zagueiro gremista.
Diante desse cenário, Renato Gaúcho sacrificou André e colocou David Braz para recompor o sistema defensivo. O defensor, inclusive, proporcionou uma empolgação momentânea ao torcedor quando marcou de cabeça. O árbitro de vídeo, porém, entrou em ação e anulou o tento por impedimento.
Tiago Nunes, por outro lado, avançou a equipe ao tirar o volante Wellington e colocar o atacante Marcelo Cirino. Apesar da postura ofensiva e dominante, o Athletico quase foi surpreendido nos minutos finais, quando David Braz fez boa jogada e cruzou para a área, local em que Marco Ruben mandou contra o patrimônio e viu Santos salvar sua pele, levando a decisão para os pênaltis.
Festa nos pênaltis
Nos pênaltis, Bruno Guimarães, Lucho González, Nikão, Marcelo Cirino e Marco Ruben fizeram para o Athletico-PR, enquanto Rafael Galhardo, David Braz, Alisson e Matheus Henrique converteram para o Grêmio. Na última cobrança, Pepê parou em Santos, que colocou o Furacão na final da Copa do Brasil pela segunda vez na história.




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